sexta-feira, 25 de novembro de 2016
quarta-feira, 16 de novembro de 2016
quarta-feira, 21 de setembro de 2016
terça-feira, 20 de setembro de 2016
Meendinho - Sedia-m’eu na ermida de Sam Simiom
Achava-me eu na ermida de São Simão
E cercarom-me as ondas, que grandes são:
Eu aguardando o meu amigo,
Eu aguardando o meu amigo! E virá?
Estando na ermida ante o altar,
Cercarom-me as ondas grandes do mar:
Eu aguardando o meu amigo,
Eu aguardando o meu amigo! E virá?
E cercarom-me as ondas, que grandes são,
Não hei barqueiro nem remador:
Eu aguardando o meu amigo,
Eu aguardando o meu amigo! E virá?
E cercarom-me as ondas do alto mar,
Não hei barqueiro, nem sei remar:
Eu aguardando o meu amigo,
Eu aguardando o meu amigo! E virá?
Não hei barqueiro nem remador
Morrerei eu formosa no mar maior:
Eu aguardando o meu amigo,
Eu aguardando o meu amigo! E virá?
Não hei barqueiro, nem sei remar,
Morrerei eu formosa no alto mar:
Eu aguardando o meu amigo,
Eu aguardando o meu amigo! E virá?
O texto original, escrito há quase 800 anos
Estando na ermida ant’o altar,
cercarom-mi as ondas grandes do mar:
eu atendend’o meu amigo.
eu atendend’o meu amigo. E verrá?
E cercarom-mi as ondas, que grandes som,
nom heii barqueiro, nem remador:
eu atendend’o meu amigo.
eu atendend’o meu amigo. E verrá?
E cercarom-mi as ondas do alto mar,
nom heii barqueiro, nem sei remar:
eu atendend’o meu amigo.
eu atendend’o meu amigo. E verrá?
Nom heii barqueiro, nem remador,
morrerei eu fremosa no mar maior (mar bravo):
eu atendend’o meu amigo.
eu atendend’o meu amigo. E verrá?
Nom heii barqueiro, nem sei remar,
morrerei eu fremosa no alto mar:
eu atendend’o meu amigo.
eu atendend’o meu amigo. E verrá?
Daqui
E cercarom-me as ondas, que grandes são:
Eu aguardando o meu amigo,
Eu aguardando o meu amigo! E virá?
Estando na ermida ante o altar,
Cercarom-me as ondas grandes do mar:
Eu aguardando o meu amigo,
Eu aguardando o meu amigo! E virá?
E cercarom-me as ondas, que grandes são,
Não hei barqueiro nem remador:
Eu aguardando o meu amigo,
Eu aguardando o meu amigo! E virá?
E cercarom-me as ondas do alto mar,
Não hei barqueiro, nem sei remar:
Eu aguardando o meu amigo,
Eu aguardando o meu amigo! E virá?
Não hei barqueiro nem remador
Morrerei eu formosa no mar maior:
Eu aguardando o meu amigo,
Eu aguardando o meu amigo! E virá?
Não hei barqueiro, nem sei remar,
Morrerei eu formosa no alto mar:
Eu aguardando o meu amigo,
Eu aguardando o meu amigo! E virá?
O texto original, escrito há quase 800 anos
Sedia-m’eu na ermida de Sam Simiom
e cercarom-mi as ondas, que grandes som:
eu atendend’o meu amigo
eu atendend’o meu amigo. E verrá?
e cercarom-mi as ondas, que grandes som:
eu atendend’o meu amigo
eu atendend’o meu amigo. E verrá?
Estando na ermida ant’o altar,
cercarom-mi as ondas grandes do mar:
eu atendend’o meu amigo.
eu atendend’o meu amigo. E verrá?
E cercarom-mi as ondas, que grandes som,
nom heii barqueiro, nem remador:
eu atendend’o meu amigo.
eu atendend’o meu amigo. E verrá?
E cercarom-mi as ondas do alto mar,
nom heii barqueiro, nem sei remar:
eu atendend’o meu amigo.
eu atendend’o meu amigo. E verrá?
Nom heii barqueiro, nem remador,
morrerei eu fremosa no mar maior (mar bravo):
eu atendend’o meu amigo.
eu atendend’o meu amigo. E verrá?
Nom heii barqueiro, nem sei remar,
morrerei eu fremosa no alto mar:
eu atendend’o meu amigo.
eu atendend’o meu amigo. E verrá?
O poema está recolhido no códice da Biblioteca Nacional de Lisboa e no códice da Biblioteca Vaticana, de lírica medieval.
Daqui
Álvaro Laborinho - Nazaré
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Álvaro Laborinho, Mar bravo, onda gigante (Nazaré), 1931 Fotografia do Arquivo Municipal de Lisboa | fotográfico |
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Álvaro Laborinho, Forno d'Orca (lPraia Norte, Nazaré) e Augusto, 1930
Fotografia do Arquivo Municipal de Lisboa | fotográfico |
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Álvaro Laborinho, José Maria Isaac pescando as enguias (foz do Alcôa), 1907 Fotografia do Arquivo Municipal de Lisboa | fotográfico |
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Álvaro Laborinho, Mar chegando ao paredão, frente aos chalets (Nazaré) Fotografia do Arquivo Municipal de Lisboa | fotográfico |
segunda-feira, 19 de setembro de 2016
O Mar na pintura portuguesa
Banhos a Vapor - 1841-1842
![]() |
Revista Universal [Lisbonense], N3, Outubro de 1841, pp. 2-4 |
ARTIGO AQUI
e aqui
e aqui
Obrigada, Daniel
quarta-feira, 31 de agosto de 2016
RUY CINATTI
Ao Carlos Alberto
Lentamente, ao bater dos remos, vão os barcos
Rio acima, rio abaixo, na faina diária dos dias de sol e chuva.
Os homens já puxaram os barcos para a margem
Onde os senhores passam fechados, altaneiros,
Por entre homens da plebe — os que transportam sacos de trigo.
Os gestos repetem‑se, milenários,
Enquanto, de manhã à noite, os barcos vão passando
Desapercebidos dos lavradores dos campos.
Lentamente, vagaroso como o correr das águas,
Ergue‑se suplicante o canto dormente dos remadores…
Vai passando, vai quebrando, vai fugindo…
Ruy Cinatti, 'Obra Poética I', Lisboa, Assírio & Alvim, Out. 2016 [a sair brevemente]
Via Luis Manuel Gaspar
domingo, 21 de agosto de 2016
Fotografias de Artur Benarus (1861-1926) | Arquivo Municipal de Lisboa | Fotográfico
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Olhão | fotografia de Artur Benarus (1861-1926) | Fotografia do Arquivo Municipal de Lisboa | fotográfico |
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Zona Ribeirinha do Porto | fotografia de Artur Benarus (1861-1926) | Fotografia do Arquivo Municipal de Lisboa | fotográfico |
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Setúbal | fotografia de Artur Benarus (1861-1926) | Fotografia do Arquivo Municipal de Lisboa | fotográfico |
Artur Benarus (1861-1926) - Praia da Rocha
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fotografia de Artur Benarus (1861-1926) | Fotografia do Arquivo Municipal de Lisboa | fotográfico |
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fotografia de Artur Benarus (1861-1926) | Fotografia do Arquivo Municipal de Lisboa | fotográfico |
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fotografia de Artur Benarus (1861-1926) | Fotografia do Arquivo Municipal de Lisboa | fotográfico |
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fotografia de Artur Benarus (1861-1926) | Fotografia do Arquivo Municipal de Lisboa | fotográfico |
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fotografia de Artur Benarus (1861-1926) | Fotografia do Arquivo Municipal de Lisboa | fotográfico |
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